Autonomia Evolutiva

A palavra Autonomia, segundo o dicionário Houaiss, significa:
1. Capacidade de governar-se pelos próprios meios;
2. Direito de um indivíduo tomar decisões livremente; independência moral ou intelectual;
3. Segundo Kant (1724-1804), capacidade da vontade humana de se autodeterminar segundo uma legislação moral por ela mesma estabelecida, livre de qualquer fator estranho ou exógeno.

Eis, por exemplo, 10 categorias de autonomia:
1. Autonomia assistencial: a capacidade de assistir discretamente.
2. Autonomia emocional: a capacidade de vivenciar o autodiscernimento do mentalsoma.
3. Autonomia financeira: a independência econômica e o pé-de-meia sustentável.
4. Autonomia heurística: a capacidade autocriativa.
5. Autonomia intelectual: a capacidade de empregar o princípio do ceticismo cosmoético otimista (COC).
6. Autonomia moral: a capacidade de agir da melhor forma para todos.
7. Autonomia parapsíquica: a capacidade de vivenciar o autoparapsiquismo.
8. Autonomia pensênica: a capacidade de decidir.
9. Autonomia reeducativa: a capacidade de promover reciclagens intraconscienciais.
10. Autonomia social: a capacidade de pensar por si próprio no convívio social.

Além das categorias de autonomia citadas acima, há a autonomia evolutiva podendo ser definida como a capacidade de se autogovernar e tomar decisões livremente com lucidez e maturidade, a favor da evolução pessoal e grupal.

A autonomia evolutiva pode proporcionar à consciência intrafísica, por exemplo, 6 vantagens ou resultados quanto à autevolução:
1. Amparabilidade. A atuação maior na condição de assistente do que assistido.
2. Autodiscernimento. O emprego avançado da inteligência evolutiva.
3. Competência. A saída da condição de mediocridade consciencial evolutiva.
4. Interdependência. A eliminação da subordinação ou sujeição interconsciencial.
5. Protagonismo. Manifestar-se mais ativamente, com determinação e assumindo o protagonismo quanto à autoproéxis.
6. Trafores. A maximização dos traços-força pessoais.

Tendo em vista as informações apresentadas, reflita sobre as 5 questões abaixo:
1. Como você se considera, hoje: consciência carente (insegura) ou autossuficiente (bem-articulada)?
2. Qual o seu nível de autonomia em relação à mentalidade da época e as pressões sociais (coleiras do ego)?
3. Você pode tomar conta de si, muito melhor do que qualquer outra consciência?
4. Demonstra autoconfiança nos momentos evolutivos críticos?
5. Desfruta de autonomia cosmoética nos empreendimentos pessoais?

Quanto mais cedo à consciência libertar-se dos andaimes melhor será para alcançar a autonomia evolutiva cosmoética (Vieira, 2014, p. 660).

Ricardo Rezende
Natural de Uberaba, MG; graduado em Biblioteconomia; voluntário da Conscienciologia desde 2000; docente da Conscienciologia desde 2006; Cognopolitano desde 2006; tenepessista desde 2014.

2017-08-27T11:43:21+00:0011/06/2014|